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US$ 1 bilhão e Brasil superará espionagem
IC News 02/09/2013

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Os primeiros resultados da colaboração entre a Rede Globo de Televisão e o jornalista norte-americano Greenwald, que escreve para o The Guardian, de Londres, já são visíveis.

No domingo, o programa Fantástico, da Globo, mostrou a escala de investigações feitas pela NSA, a agência norte-americana de espionagem, incluindo espionagem da presidente Dilma Roussef, do presidente do México, da TV Al-Jazeera, etc. Tudo com base em documentação da NSA apropriada da agência por Edward Snowden, hoje refugiado em Moscou.

Greenwald é o divulgador mundial dos documentos levantados por Snowden.

O nome mais reconhecido no Brasil por seus conhecimentos em artimanhas eletrônicas (com grande concentração na Internet), o curitibano Wanderson Castilho, dirigente da E. Net Security, disse ontem à coluna que “o Brasil pode enfrentar a bisbilhotagem eletrônica”. Mas que é preciso investir bons recursos financeiros para tanto.

Para ele, “de início, o país deveria colocar pelo menos US$ 1 bilhão no desenvolvimento de ferramentas próprias, assim como treinar pessoal adequado para operá-las”.

As ferramentas atualmente disponíveis no mercado têm origem nos Estados Unidos, portanto desinteressante para o Brasil, e estão “superadas”, afirma Castilho.

O INVESTIMENTO AMERICANO

A opinião desse técnico altamente qualificado e com reconhecimento oficial do FBI pela excelência de seus conhecimentos, não carece de muitas contestações.

Ele é autoridade mesmo. Tem um excelente Curriculum universitário, formado em Física pela USP e mestrado na área. Com frequência é chamado por organismos oficiais do país e exterior, além de empresas, para socorrê-los em situações críticas. Os bancos brasileiros são seus clientes.

O próprio Palácio do Planalto já usou os serviços da
E. Net Security

Castilho acha que a ABIN, a agência de inteligência do Governo, teria, naturalmente, que ir à procura – em primeiro lugar – de equipamentos gerados e produzidos fora da esfera dos Estados Unidos.

Israel – lembra a coluna – é gerador de tecnologia de ponta na área de espionagem eletrônica.

Mas Wanderson não sugere qualquer país como exemplo inovador.

“De qualquer forma, U$ 1 bilhão seria pouco diante do que os Estados Unidos alocaram para o desenvolvimento desse programa de espionagem que agora afeta o Brasil!”, diz Wanderson, para lembrar que o investimento norte-americano, foi de U$ 685 bilhões no projeto.

FERRAMENTAS PRÓPRIAS

A coluna pede que Wanderson “dê sugestões ao Governo brasileiro”, sobre como enfrentar a espionagem eletrônica dos Estados Unidos. A resposta é uma: “precisa desenvolver suas próprias ferramentas”. Quanto aos desenvolvedores de novas tecnologias na área, Wanderson não tem medo:

“Temos no Brasil excelentes desenvolvedores”.

O especialista faz uma observação oportuna: só países emergentes aparecem entre as nações espionadas pela NSA dos Estados Unidos – México, Brasil, Turquia…

A Inglaterra, recordou, “é parceira dos americanos”, assim como a França e Alemanha. “Só os emergentes, que estão dependentes de ferramentas norte-americanas, é que sofrem esse tipo de espionagem”, completa.

Quem se der ao trabalho de procurar referência de Wanderson ficará impressionado com a variedade de suas participações na grande mídia nacional .

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